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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Acidez do Dia - A bota do meu tio, amigããã!

De verdade: mal sabe falar português e quer se meter a falar inglês? Hellooo!!!
Hoje, vou falar sobre dois temas! A princípio, temas que não têm relação entre si, mas têm, e muita!
Moda e língua inglesa! E língua portuguesa, por tabela!
Antes de começar, vejam isso:


O nome desse tipo de sapato é "Ankle boot". Por que? Porque ele é uma bota curta, cujo corte termina na altura do tornozelo ("ankle", em inglês).
Pois a imagem foi retirada da página da Republic Shoes (sapatos da república, em português! "Oh, não diga, Daniel!?" Digo sim, o blog é meu e eu falo o que eu quiser, cacete!!!).
Não, lá você não vai encontrar os sapatos da Dilma ou da Ideli, não mesmo (nada contra... mas você imagina a Dilma com um sapato desses?? Arrazzou, amigããã!)! Lá você vai encontrar ISSO!
Sim, lá você descobre que esse sapato é a bota do meu tio ("uncle boot"). Das duas, uma: ou meu tio é muito, muito gay (nada contra, até seria legal ter um tio gay!), ou a pessoa que fez a página da loja não sabe nada de moda, ou de inglês, ou dos dois!
Você deve estar se perguntando: "Como o Daniel sabe que o nome desse sapato é ankle boot"? Respondo: eu não sou gay (nada contra, até seria legal... peraí, não, não... foi mal!!!), apenas tenho uma namorada com muito bom gosto para moda, que sabe tudo sobre moda, que se interessa sobre moda e é professora de inglês! Portanto, TUDO que sei sobre moda devo a Carol. Até mesmo saber o nome dessa bota horrorosa (desculpa, amor, mas é ela não é legal, não!!!). E mais: já passei por uma situação, no mínimo, constrangedora, quando elogiei uma ankle boot de uma ex-colega de trabalho, em público, e todos me olharam com aquele olhar de queixo no ombro, cabeça baixa, biquinho na boca, pensando: "hummm, que gay, que viado!!!" (nada contra, até... porra, para com isso, Daniel!!!). Enfim... aprendi que não devo mais elogiar uma ankle boot em público!
O problema maior é o seguinte: nossa língua portuguesa é tão rica em vocabulário, mas ela não "combina com moda, amigããã"! Não dá para chamar essa bota de "bota do tornozelo"! Não vai ficar legal, né amigããã!? Imagina a propaganda da Polyelle, anunciada pela Nívea Stellman:
"Bota do Tornozelo Azaléia, R$ 49,99"! É, amigããã, não vai ficar bom!
Tudo bem! Quer usar o termo em inglês, tudo bem! É um direito seu, seu usurpador do português! Ótimo! Mas, antes de escrever, PESQUISA A PORRA DO TERMO EM INGLÊS, AMIGÃÃÃ! O site é um site ESPECIALIZADO EM SAPATOS! "Que belêêêêza", diria Milton Leite!
O problema todo não é o conceito, não é a afetação intrínseca (nada contra, já disse, porra!), e sim o mal uso do inglês em detrimento de usar um termo diferente, novo, original em português! O problema todo é que esses pseudo-fashionistas, mulheres, homens, gays, lésbicas e afins, posam de inteligentes se usam um termo em inglês!!! Amigããã, não rola! Quer usar um termo em inglês? Pesquise antes, amigããã! Ou coloque o nome da bota de "Bota do meu tio"!!! Olha como ia ficar fofo, amigããã!!!






quinta-feira, 12 de abril de 2012

Acidez do Dia - Dom de ser perseguida!


De verdade: quem se lembra de um bom trabalho da Luana Piovani como atriz, sem que ela não tenha mostrado o corpo?
Luana começou seu “trabalho” como atriz na série “Sex Appeal”, de 1993, e de lá para cá, foi “emplacando” trabalho atrás de trabalho no teatro, no cinema e na televisão. Conforme os trabalhos foram aparecendo, seu verdadeiro “talento” foi surgindo: o de se achar a verdadeira diva, o de ser verdadeiramente chata, insuportável, pseudo-autêntica.
Tenho cá minhas dúvidas: se o Twitter não existisse, acho que Luana já teria inventado uma nova rede social, só para ela (afinal, ela é o máximo, não é?)! E seria mais chata ainda!
A quantidade de polêmicas é diretamente proporcional à quantidade de namorados que ela já teve: só no Wikipédia, são listados dez – link aqui – fora o atual marido, Pedro Scooby (“ei, Salsichaaa!!!”). Tadinho do filho Dom! Olha os pais que ele tem! Misericórdia! 
P.S. Pelo amor de Deus, quem coloca um nome desses no filho? Só Marisa Monte e seu Mano Wladimir superam a aberração!
Mas o ponto principal a ser discutido aqui não são os namoros, o nome do filho ou o talento artístico de Luana, e sim a sua chatice, a sua eterna “incompreensão” dos outros para com ela. Ou, como ela mesma diz, o “preço que pago por ser autêntica... eu sou muito perseguida”!
Ela já posou  “nua”  quatro vezes para a Trip (só não mostrou a “perseguida”). E diz que nem por um milhão de dólares, mostra a “perseguida”! Minha querida, algumas informações:
1 – pela quantidade de namorados que você já teve, sua “perseguida” já é pública! E garanto que eles pagaram muito menos para vê-la!
2 – ninguém quer ver ou ter sua “perseguida”, meu amor! Haja tratamento ginecológico, viu?
Ela se acha uma verdadeira formadora de opinião!
1 – formador de opinião tem repercussão por aquilo que verdadeiramente importa para a sociedade em geral. Falar de alguém que posou na G Magazine e é gay, por exemplo, não gera e não tem relevância social. É só uma polêmica vazia – link aqui!
2 – ninguém pode sequer te contrariar, porque você já fica toda ofendida! Quem bate, tem de saber receber porrada também! Não pode ficar “dodói”, como diz minha namorada! Na verdade, nem sei quem é pior: ela ou os outros que se importam com a opinião dessa, como diz um deles, “vaca”!
3 - quer se irritar mais com tamanha babaquice? Clique aqui e veja as polêmicas de banheiro público de Luana!
A verdade é: Luana não nos faz falta como artista, em qualquer área. Luana é daquelas pessoas descartáveis, de polêmica vazia, inútil, que só polemiza para aparecer! Seu talento é altamente relacionado à exposição de seu corpo. E agora, depois de grávida? Vai ser a mesma coisa?
Enquanto pessoa pública, Luana deveria se preocupar em usar seu suposto “poder de indignação” para fazer coisas voltadas ao bem da sociedade. Alguém se lembra de algo que ela fez para o bem geral? Boa ações de Luana Piovani são iguais à sua  “perseguida”: só pouquíssima e seleta gente viu! E olhe lá! Capaz de ela transar de luz apagada, só para não verem sua... ah, deixa pra lá! Ela vai achar que está sendo “perseguida”! 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Acidez do dia - O Teatro Mágico

De verdade: alguém gosta mesmo dessa banda? 
Adoro uma frase atribuída ao Paulo Francis, quando perguntado se já tinha lido, à época, o novo livro do Paulo Coelho: "Não li e não gostei"!
Não sou tão radical, apesar de que sou favorável a que qualquer pessoa emita qualquer opinião, mesmo se não leu, não ouviu, não viu nada! O importante é falar! 
Para não ser um Paulo Francis (e nem tenho pretensão de sê-lo, quisera eu), fui na página d'O Teatro Mágico no Facebook e baixei o novo disco deles, "A Sociedade do Espetáculo". Já tinha uma pré-opinião formada a respeito dessa banda, mais um cabide de emprego do que qualquer outra coisa. Para mim, uma banda que tem mais do que cinco membros vira repartição pública: tem um chefe, uma secretária e um monte de orelha-seca que só faz número e não produz nada! Móveis Coloniais de Acajú que o diga (outra porcaria, mas essa banda será tema de uma acidez futura)!
Voltando a'O Teatro Mágico, essa banda dá azia até em um caminhão cheio de Sonrisal, como diria minha cunhada! Antes de mais nada: os músicos são ótimos! Pela execução das músicas, vê-se muita qualidade nos instrumentistas. O problema reside essencialmente nas músicas: são horrorosas. Esqueceram de avisar aos compositores (Daniel Santiago, Fernando Anitelli e Gustavo Anitelli, na maioria das faixas) que o jeito "Humberto Gessinger" de escrever letras já está ultrapassado, amigos! Coisas do tipo "Amanhecerá/de novo em nós/Amanhã... será?", na faixa "Amanhã...será?", pelo amor, né amigos? Poesia barata de ensino médio! Nas minhas aulas de redação, isso mereceria um zero e uma ida à coordenação! Entenderam o trocaralho do cadilho, hein, hein? Boa, garoto! Nenhuma faixa escapa desse artifício de composição barato! A faixa "Da entrega", então... misericórdia! Uma mistura de Jorge Vercilo com pitadas de Dave Matthews com preguiça de compor e um andamento que você não consegue acompanhar nem bater o pé! Empolgante! Queria que essa música fosse a música do meu primeiro exame de próstata! 
Mas o pior não são as músicas! O pior é o show deles - que tem essas músicas sendo tocadas ao vivo, POR ELES TODOS PINTADOS, igual palhaços, "clowns"! Ah, fala sério! Haja Estomazil! Assisti a um show deles em São Paulo, em 2007, para nunca mais! Se você parar num sinal de trânsito aqui em Brasília, daqueles em que os malabares fazem suas apresentações em troca de uns trocados, você terá uma noção do que é o show d'O Teatro Mágico! Só faltarão as músicas insuportáveis! É tão empolgante quanto uma mousse de chuchu! Eles precisam tanto das pinturas porque se tocarem sem elas, o povo foge! É uma espécie de Kiss da música brasileira: tira a tinta, acaba a banda! Virarão um cover deles mesmos! Eles são pretensiosos, pseudo-inovadores no som e na apresentação, mas o que eles fazem não é nada de novo, muito pelo contrário: Secos e Molhados já faziam isso, COM MUITO MAIS QUALIDADE, há 40 anos! E SÓ COM TRÊS INTEGRANTES! E com Ney Matogrosso cantando. Haja feijão com arroz, Fernando Anitelli! 
Confira o que eu estou falando: eles vão tocar na Calourada do dia 28 de abril, aqui em Brasília. Mas vá por sua conta e risco! Show deles é sinônimo de encontrar playboyzinhos e patricinhas pseudo-amebas-intelectuais-formadores de opinião que preferem em ouvir isso a buscar poesia e música de qualidade! Os corredores da UnB estão lotados desse tipo de gente! Verdadeiros viúvos e viúvas de Marcelo "Bleargh" Camelo e cia. (aguarde sua vez, Los Hermanos)! Nem com um caminhão de Sonrisal, eu aguento uma porcaria dessas! 

A causa, motivo, razão ou circunstância desse blog!

Pessoas,
há tempos venho querendo construir um espaço para críticas. Ouço muita porcaria e muita coisa boa na música. Vejo muitas aberrações e muitas maravilhas no cinema. Leio muita porcaria e muitas obras-primas na literatura. Não tenho mil discos em casa, não tenho mil filmes em casa, não tenho mil livros em casa! Nem perto disso! Mas isso não me impede de criticar o que é ruim e de elogiar o que é bom! 
O que me motivou, mesmo, a abrir este espaço foi a possibilidade de me expressar diariamente sobre temas que me são afeitos, temas de que gosto muito. E a porrada vai comer solta, doa a quem doer, eu incluso! E, sim, eu levo para o lado pessoal certamente! Afinal, criticar tem a ver com gosto! 
Critico porque não gosto! 
Elogio porque adoro! 

Sejam bem-vindos!

Sejam bem-vindos ao Limão com Jiló! Sirvam-se à vontade! Com bastante gelo, porque as pancadas vão doer! 

O espaço aqui é para criticar, elogiar, falar bem, falar mal, descer o malho, enfim, em tudo o que eu acho ruim, bom, péssimo, maravilhoso, horroroso na música, na literatura e no cinema!

Um abraço!

Daniel